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Médico contratado por WhatsApp cobra salário atrasado e vai preso em Guaratuba PR

Médico contratado por empresa via WhatsApp, para trabalhar na Operação Verão no Litoral do Paraná, tenta fazer manifestação por salário atrasado e acaba preso em Guaratuba na tarde desta segunda-feira (4). 

Rogério Augusto, plantonista do pronto-socorro de Guaratuba, no litoral do Paraná, alegou estar sem receber há 60 dias. 



Segundo o médico, Dairi Neto, dono da empresa colocou o próprio médico como sócio, para trabalhar em Guaratuba. "Eu nunca vi esse Dairi na vida, me contrataram por WhatsApp e disseram que iriam me pagar e não me pagaram" disse Rogério. 

Diante situação incontrolável, a equipe do pronto atendimento chamou a polícia que levou o médico algemado. ele foi preso por desacato e desobediência. Segundo a Polícia Civil uma mãe abriu boletim de ocorrência na delegacia contra Rogério Augusto por negar atendimento

Fizemos uma busca e encontramos a empresa Global Life (Exalife Servicos Medicos Ltda) de Dairi Ramos De Oliveira Neto. A empresa fica na avenida São Pedro, 157, Sala 23, Centro, Itaperuçu, PR,  a 49,6km da capital paranaense. Dairi Neto também possui outra empresa no Boqueirão em Curitiba. 

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5 comentários:

  1. Respostas
    1. Esse é o nosso País! Médico sendo preso e bandido solto nas ruas

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  2. Se a moda pega, em breve as cadeias ficarão lotadas de médicos que não recebem pelo seu trabalho. Por anos tem sido assim, hospitais sucateados, cheios de bactérias que se uniram contra antibióticos e, ali, naquele antro que se tornou o descaso do Governo, jogam os pacientes pelos corredores. Prender um médico, quando há falta de médico, é um contrassenso, é colocar mais doentes nos corredores e dar um tapa bem forte na cara dos indignados.
    Essa justa manifestação (médicos também têm contas a pagar, têm aluguéis, boletos, etc.) e a decisão policial de prender a vítima, define o deboche em que se tornou todo o tipo de serviço público no País.
    Não foi possível constatar desacato. Ali está um homem desesperado que, naquele momento, pode ter se exaltado, assim como se exaltaria qualquer trabalhador que está há sessenta dias sem receber.

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  3. Esse é o nosso Brasil. Médico sendo preso e bandido solto nas ruas.

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